A edição de julho da revista norte-americana “Food & Wine” premia os melhores chefs em início de carreira que atuam nos Estados Unidos – nenhum dos selecionados está no comando de sua cozinha há mais de cinco anos. A premiação, que está em seu 27º ano, aponta para os cozinheiros cujo talento pode mudar o futuro da comida.

bestnewchefsEsta foi a 27ª edição do “Best New Chefs”

 

Confira os melhores novos chefs de 2015:

Michael Fojtasek & Grae Nonas (Olamaie) – Os dois chefs começaram a trabalhar juntos no restaurante “Son of a Gun” (Los Angeles). Eles são inspirados por livros “vintage” de receitas e uma de suas principais influências é a chef Edna Lewis.

Katie Button (Cúrate) – Até o chef Ferran Adrià se derrete de elogios por Katie: “Ter ela conosco no El Bulli foi inesquecível”. Depois de abandonar um programa de PhD em neurociência, ela começou como garçonete no restaurante Minibar (Washington). Passou também pela cozinha do El Bulli e abriu o Cúrate (Asheville), que conta com um cardápio repleto de sabores espanhóis.

Jim Christiansen (Heyday) – A revista descreve Jim como “aquele cozinheiro raro que tem o Mc Donald’s e o Noma em seu currículo”. Após trabalhar na rede de fast food durante a sua adolescência, passou pelo La Belle Vie (Minneapolis) e agora está na cozinha do Heyday (Minneapolis), que lembra o Noma – onde estagiou. Christiansen prepara pratos hiper sazonais.

Ori Menashe (Bestia) – Quando era pequeno, Menashe comeu nos principais restaurantes de Paris junto com seus pais. Após servir no exército de Israel, o cozinheiro se matriculou numa escola culinária na Califórnia. Seu retaurante, Bestia, é localizado no centro de Los Angeles.

Jonathan Brooks (Milktooth) – O Milktooth (Indianapolis) serve refeições apenas até às 15 horas. “Ele presta mais atenção ao café da manhã, almoço e brunch do que os chefs costumam prestar em relação ao jantar”, escreve a revista F&W. O cozinheiro serve pratos com influências internacionais e brilhantemente reinventados.

Bryce Shuman (Betony) – Na cozinha do Betony (Nova Iorque), Bryce Shuman emprega sabores, ingredientes e técnicas do mundo inteiro: Japão, Oriente Médio, Itália, África do Norte e França. Ele é um expert em fazer com que a “comfort food” se torne um prato moderno, brilhante e saboroso.

Carlos Salgado (Taco María, Costa Mesa) – Durante o dia, Salgado serve tacos “acima da média” e saladas. À noite, o espaço é transformado em um restaurante mexicano inovador, com menu degustação.

Jake Bickelhaupt (42 grams) – “Minha esposa Alexa e eu esperamos que as Pessoas deixem o restaurante sentindo que eles foram bem-vindos em nossa casa e que nós lhe oferecemos coração e alma. A teoria é de que 21 gramas é o peso da nossa alma. Então 21 mais 21 é o peso de nossas almas juntas”. Bickelhaupt cria receitas complicadas e deliciosas em seu restaurante, o 42 grams (Chicago).

Zoi Antonitsas (Westward) – A chef largou a escola de artes para se dedicar à gastronomia. Ela comanda a cozinha do Westward (Seattle), um restaurante que oferece pratos de inspiração mediterrânea.

Tim Maslow (Strip-T’s e Ribelle) – Maslow tornou a loja de sanduíches de sua família (Strip-T’s, em Watertown) em um destino para comidas deliciosas e apetitosas. Em seu segundo restaurate, o Ribelle (Brookline), o chef conta com um cardápio influenciado por sabores italianos, americanos e asiáticos.

 

Por Vinícius Andrade

 

 

Deixe uma resposta

Restaurantes devem ter um vinho da casa?

Publicidade
Publicidade
© 2017 Infood - Todos os direitos reservados