A Editora Melhoramentos lança em todo o Brasil o livro Arroz: Assim Cozinha a Humanidade, do jornalista, escritor e cronista de gastronomia J. A. Dias Lopes.

Toda a versatilidade desse grão inspirou o autor na escolha de receitas cheias de histórias. Só no Brasil, há meia centena de preparações, sem contar as receitas não catalogadas pelos manuais de cozinha. O arroz é um alimento dotado do prodígio da mutação. “Trocam-se os ingredientes acessórios, altera-se a técnica de preparo e surge um prato diferente, dotado de nova personalidade”, ressalta Dias Lopes, que ainda cita o filosofo Confúcio (551-479 a.C), para falar da importância deste ingrediente: “Uma cozinha sem arroz é como uma mulher bonita a quem falta um olho”.

Preparações clássicas

O livro Arroz! Assim Cozinha a Humanidade traz preparos clássicos, como Canja de Galinha, Arroz Biro-Biro, Arroz de Braga, Arroz de Carreteiro, Arroz de Puta Rica e Arroz-Doce. Há outros seis pratos, originários de diferentes lugares do mundo, mas bem conhecidos no Brasil: Arroz de Pato, Paella, Risotto alla Milanese, Jambalaya, Pilaf e Gomoku Gohan.

Arroz de Braga

Acompanhado de belas fotos de Reinaldo Mandacaru, fotógrafo especializado em gastronomia, Dias Lopes transforma receitas em crônicas e conta histórias inusitadas como a criação da Canja de Galinha na Índia, que originariamente não utilizava a ave e foi assimilada pelos portugueses, que a trouxeram para o Brasil.

Arroz Biro-Biro

O Arroz Biro-Biro veio do jogador homônimo, um dos ídolos dos Sport Club Corinthians Paulista nas décadas de 1970 e 1980… depois de montado, o prato lembraria o cabelo encaracolado e amarelado do craque.

Arroz! Assim Cozinha a Humanidade

Autor: J. A. Dias Lopes

Fotografia: Reinaldo Mandacaru

 

Preço: R$ 89,00

J.A. Dias Lopes é jornalista, escritor e cronista gastronômico. Nasceu em Dom Pedrito, no Rio Grande do Sul, fronteira com o Uruguai, e transferiu-se para São Paulo em 1968, onde reside até hoje. Integrou a equipe que fundou a revista VEJA, na qual trabalhou por 23 anos desempenhando várias funções na redação, inclusive a de correspondente na Itália, de 1987 a 1991. De volta ao Brasil, dirigiu a revista Gula e foi por mais de dez anos colunista gastronômico do jornal O Estado de S. Paulo, no caderno Paladar. Hoje, dirige a revista Gosto e mantém um blog na Veja.com. No ofício de escritor e cronista gastronômico, já lançou quatro outros livros: A Canja do Imperador (2004), A Rainha Que Virou Pizza (2007), O País das Bananas (2014), distinguido em 2015 com o Prêmio Jabuti, e Massa! Mangia Che Ti Fa Felice.

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