Cozinhe para quem você ama

Por mais corrida que seja sua vida, por menos tempo que você tenha, dedique um tempo de sua vida para cozinhar para você e para quem você ama.

Não existe nada melhor do que uma comida feita com muito carinho. Escolha receitas simples, rápidas, mas procure alimentos frescos. Simplifique a receita e o tempo, mas evite produtos processados.

Tenha tempo para produzir um prato que lhe entregue todo o sabor possível e, principalmente, que lhe garanta a melhor qualidade de alimentos.

Vá até a feira e escolha produtos da estação. Cozinhe a partir dos ingredientes, inove, pesquise, tente criar, mas cozinhe sua própria comida.

Estamos tão acostumados com a comodidade da comida pronta que esquecemos do prazer de cozinhar para as pessoas da nossa vida.

Cozinhe para seus filhos, ou melhor, leve seus filhos para a cozinha e cozinhe junto com eles. Nem que seja um omelete, mas mostre para eles que é possível fazer.

Asse um bolo, recupere as receites da sua família, faça um bolo para você. Um bolo pode ser uma grande chance de surpreender seus colegas do trabalho. Mostre que você se importa: faça um bolo para eles.

À medida que você for gostando, comece a sofisticar suas produções. Tente uma receita de pão, escolha uma fruta para fazer um geleia artesanal, ou mesmo um sorvete.

Imagine a surpresa dos amigos em experimentar uma produção artesanal, um gosto especial. Esta sim é uma experiência de sabor.

Agora, tenha certeza que nem tudo vai dar certo na primeira tentativa. Os maiores chefs já erraram diversas vezes. Aliás, algumas boas receitas que temos de doces são resultados de um erro na produção de alguma receita. Um erro que acabou transformando-se num novo prato. O que é um petit gâteau se não um bolo que não seguiu a receita?

Na verdade, sua história é controversa. Alguns defendem que ele foi criado na França, outros que foi criado pelo chef francês radicado em Nova Iorque Jean-Georges Vongetrichten ao errar a quantidade farinha que usaria na receita de bolinhos.  Outra versão diz que o doce foi criado por um aprendiz de chef dos Estados Unidos que aqueceu demais o forno para preparar bolinhos, e assim servidos conquistaram a apreciação dos clientes.

Não importa a versão. pois trata-se de um erro que virou uma sobremesa maravilhosa.

Não tenha medo de errar, tenho medo de não cozinhar. Evite o pronto, o fácil, o rápido. Descubra o prazer do tempo dedicado a preparação. Gaste tempo na sua cozinha.

Ver os outros comendo algo que você mesmo produziu é uma sensação maravilhosa. Em especial, quando percebemos que o prato agradou e muitas vezes foi seguido de um quero mais.

Cozinhe sempre que puder!

Esta é uma campanha da INFOOD que tem como objetivo a valorização do ato de cozinhar. Nós vamos divulgar em nossas páginas histórias de como alguns cozinheiros chegaram até a cozinha. Queremos mostrar a relação emocional que une estes profissionais com a comida.

Você também pode participar. Envie seu texto para o e-mail info@infood.com.br, as melhores histórias serão publicadas no nosso site. Participe!

Algumas histórias:

Com sua mãe, Beth Hotz aprendeu que ‘cozinhar é da alma’

Beth Hotz

Cozinhe para Quem Você Ama é uma homenagem para os cozinheiros e cozinheiras do Brasil. Você pode enviar sua história para participar desta coluna. Faça como Beth Hotz e nos conte como você entrou na cozinha.

Apaixonada pela gastronomia, a cozinheira Beth Hotz cresceu num bairro da periferia do Rio de Janeiro, numa família em que pai e mãe tinham proximidade com a cozinha. Seu  pai era cozinheiro da Marinha e sua mãe, uma cozinheira autodidata que amava fogão à lenha.

Para continuar lendo acesse: https://infood.com.br/com-sua-mae-beth-hotz-aprendeu-que-cozinhar-e-da-alma/

Aos sete anos, João Diamante só queria comer uma comida fresca

João Diamante

Seguindo a série Cozinhe para Quem Você Ama, a INFOOD conversou com o jovem talento João Diamante. O objetivo era entender como ele encaminhou sua vida para as cozinhas, e de que forma seu talento foi sendo confirmado.

João contou que cresceu numa família muito festeira, que sempre preparava muitos doces. Portanto,  olhava e ajudava, já que ficava na cozinha e acabava enrolando os doces.

Para continuar lendo acesse: https://infood.com.br/aos-sete-anos-joao-diamante-so-queria-comer-uma-comida-fresca/

O primeiro restaurante de Renata Vanzetto lhe fez ver que nunca sairia da cozinha

Renata Vanzetto

Esse ano Renata completa 11 anos de carreira. Parece muito para uma jovem de 29 anos, mas seu aprendizado na cozinha é ainda mais precoce, como ela mesmo nos explica: “Desde pequena sempre soube que trabalharia na cozinha. Tenho muitas lembranças da minha infância, com minha avó me ensinando diversas coisas. Quando fui crescendo, o gosto pela cozinha começou ficar cada vez mais sério e a ideia de ser chef amadureceu dentro de mim.”

Para continuar lendo acesse: https://infood.com.br/o-primeiro-restaurante-de-renata-vanzetto-lhe-fez-ver-que-nunca-sairia-da-cozinha/

O sucesso e o fracasso do arroz com mortadela de Rolando Massinha

Rolando Massinha

Rolando Vanucci é um dos pioneiros da comida de rua do Brasil. Um empreendedor e um grande vendedor. Sempre encontrou boas maneiras de oferecer a comida certa na hora certa, mas  foi numa Kombi na Avenida Sumaré que Rolando deixou de ser Vanucci e se transformou no Rolando Massinha. E nunca mais deixou as panelas.

Nós conversamos com Rolando para entender como foi que a cozinha entrou na vida dele. Diferente da grande maioria das pessoas, a relação de Rolando com a comida não veio do convívio com a família. O empreendedor está atuando nestes próximos dias em Florianópolis e se prepara para lançar um projeto em vídeo: está nascendo o Rolando na sua geladeira.

Para continuar lendo acesse: https://infood.com.br/o-sucesso-e-o-fracasso-do-arroz-com-mortadela-de-rolando-massinha/

“Meus pais sempre gostaram de comer fora e de comer bem”

Victor Dimitrow

Victor Dimitrow, de 27 anos, é um cozinheiro paulistano à frente hoje de 3 casas na capital de São Paulo. E abre uma nova série do site Infood, um conjunto de entrevistas curtas que busca identificar o leva o jovem profissional para dentro da cozinha.

Victor conta que com ele, foi tudo muito meio orgânico. “Muita gente da minha família cozinhava. Minha avó cozinhava, meu pai cozinhava, aquele tradicional clichê. Mas meus pais sempre gostaram  também de comer fora, e de comer bem“. E é isto que mais o influenciou, muito mais do que ficar cozinhando na casa de sua avó.

Para continuar lendo acesse: https://infood.com.br/victor-dimitrowmeus-pais-sempre-gostaram-de-comer-fora-e-de-comer-bem/

“Eu gosto de gente, gosto de gente em volta de uma mesa.”

Edinho Engel

Mineiro de Uberlândia, Edinho Engel conduz há quase 30 anos o prestigiado Manacá, restaurante que fica em Camburi, litoral norte de São Paulo.

Foi na sua família que, desde pequeno, ele ganhou gosto pela cozinha. Mas só decidiu montar seu restaurante depois de ter trabalhado em várias outras áreas, inclusive no metrô, com planejamento de transportes.

Para continuar lendo acesse: https://infood.com.br/edinho-engel-eu-gosto-de-gente-gosto-de-gente-em-volta-de-uma-mesa/

 

Tsyuoshi Murakami: “O cozinheiro tem que saber escutar para aprender”

Publicidade
Publicidade

Para receber a newsletter Infood, digite seu e-mail no box abaixo e clique na seta.

© 2018 Infood - Todos os direitos reservados